Atualizada às 10h05
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Segundo o site ZDNet, a descoberta, que se baseia em nanofios de silício, poderia aumentar a autonomia de baterias que hoje duram apenas 4 horas, para até 40 horas em uma simples recarga.
A equipe do professor assistente Yi Cui atribui à descoberta o status de "desenvolvimento revolucionário". A técnica se baseia na substituição dos atuais ânodos de grafite, que limitam a capacidade e vida útil da bateria, por nanofios de silício, que teoricamente possuem a mais alta capacidade de carga.
Por enquanto, existem alguns obstáculos a serem transpostos antes que a tecnologia possa ser disponibilizada comercialmente, e um deles é o custo da tecnologia. Segundo o site Ars Technica, a viabilidade comercial pode demorar ainda cerca de cinco anos.
Todavia, a equipe já registrou uma patente para o invento e agora considera fundar uma companhia ou se unir a alguma fabricante para a comercialização futura das novas baterias.
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