
Atualizada às 12h45 O robô, que recebeu o nome de PaPeRo, também é capaz de analisar outros tipos de alimento e avisar, por exemplo, se uma maçã está madura ou quanto há de açúcar em uma xícara de café.
O pai do robô é o professor Atsushi Hashimoto, que dotou sua criação de vocabulário próprio de um especialista em vinhos para que PaPeRo emita sua opinião com frases como: "Trata-se de um vinho tinto de corpo médio com um sabor profundo".
A capacidade de PaPeRo ainda é limitada, porque se limita a analisar o vinho com o sistema de raios infravermelhos que tem na mão, motivo pelo qual, por enquanto, ele só pode distinguir dez tipos da bebida.
O objetivo da NEC e da Universidade de Mie é que no futuro possam existir robôs maîtres em restaurantes que não contam com um especialista humano.
Além disso, a tecnologia usada para o desenvolvimento de PaPeRo poderia ser empregada na análise de alimentos no Japão, cuja sociedade está cada vez mais preocupada com a segurança alimentícia por causa de problemas, como o da vaca louca.
Eles também podem ser usados de forma preventiva, já que no futuro um robô poderá comunicar a seu dono diabético qual alimento pode consumir.
Por enquanto, o robô PaPeRo não está à venda, mas seus criadores consideram que em alguns anos a tecnologia que foi empregada poderá ser comercializada por meio de diferentes produtos.
EFE
|
EFE
O PaPeRo, robô desenvolvido pela NEC e pela Universidade de Mie que consegue identificar até 10 tipos de vinhos
|
08h48 » Robôs pensantes são o próximo passo
11h56 » Soldado robô seria mais ético que humanos, diz cientista
08h39 » Robô estrela peça de teatro ao lado de atriz no Japão