
Mas ele admite que a força nas vendas do minúsculo aparelho de US$ 99, que esta semana passa a ser oferecido também a clientes da AT&T, contrasta com o desempenho chocho dos demais produtos da empresa, pioneira na produção de computadores de mão e de celulares como o Treo, acionados por toques na tela.
"Estamos certamente ampliando os negócios (do Centro). O que torna difícil perceber que isso está acontecendo é que ainda temos um legado (no segmento de computadores de mão), que está em declínio", disse Keast em entrevista.
Embora a Palm planeje lançar novas versões de sua linha Treo, de maior porte, este ano, as vendas de alguns dos modelos que operam com software da Microsoft já deixaram de crescer. A Palm espera que o crescimento retorne no ano que vem, quando lançará um sistema de software para celulares reformulado e uma nova linha de aparelhos equipados com ele.
"Assim, ao observar o desempenho da Palm como um todo, a questão do Centro termina parcialmente diluída pelo declínio nas vendas de computadores de mão e pelo enfraquecimento na linha de produtos Windows Mobile, que deixou de ser competitiva como no passado", alega.
A Palm espera dedicar o ano a desenvolver novos planos, possibilitados por um acordo de recapitalização de US$ 325 milhões que fez com o grupo de investimentos Elevation Partners, acionista da empresa com 27% de participação.
Reuters
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Divulgação
Lançado no final de 2007, o Centro conquistou as mulheres e teve vendas melhores do que o esperado
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