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O caso ficou notório no império da África do Norte, e incitou uma campanha online a favor de Mourtada, na qual seus defensores escreveram ao governante do país pedindo clemência para o engenheiro.
De acordo com as leis do Marrocos, insultos e ultrajes contra integrantes da realeza podem levar a processos. Mas o caso deixou internautas temendo que haja um aumento nas intervenções do Estado sobre o ciberespaço.
Quando o YouTube saiu do ar temporariamente em maio, blogueiros marroquinos argumentaram que este era um sinal de um retrocesso na liberdade de mídia. O Maroc Telecom, principal provedor de Internet do país, disse à época que o site havia apenas enfrentado um problema técnico que o deixou fora do ar.
- Terra


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