
O sistema eletrônico permite que os pacientes controlem seus dados médicos e interajam com múltiplo médicos, prestadores de serviço de saúde e farmácias. O Google afirmou que outros possíveis parceiros incluem a operadora de planos de saúde Aetna, o grupo de testes médicos Quest Diagnostics, as redes de drogarias Walgreens e Wal-Mart e hospitais.
Eric Schmit, presidente-executivo do Google, em discurso à Healthcare Information and Management Systems Society Conference, em Orlando, Flórida, descreveu um serviço de informações seguras no qual os consumidores poderiam armazenar seus dados de saúde por meio de um sistema via Web, em servidores operados pelo Google.
O acesso a registros médicos requereria um login e senha, ele afirmou. A privacidade é um dos princípios dominantes do sistema, acrescentou Schmidt. "A informação nas fichas médicas pertence aos pacientes, e não será divulgada a terceiros sem a autorização deles", afirmou. Perguntado se o sistema propiciaria lucros ao Google, Schmidt respondeu que "não em curto prazo."
O Google ganha dinheiro ao vender publicidade nos serviços de Web muito populares que a empresa oferece. Mas não veicula publicidade em outros de seus serviços, como o Google News. A empresa se beneficiará indiretamente de seu serviço de fichas médicas ao encorajar os consumidores a procurar mais informações médicas.
"Muitas buscas que são feitas em nosso sistema se referem a questões de saúde e nós estamos tendo sucesso quanto a isso", disse Schmidt.
Reuters
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