
Gates disse ao Comitê de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados que os 65 mil vistos do tipo H-1B reservados anualmente para profissionais qualificados são insuficientes, observando que a cota de 2007 foi preenchida no primeiro dia em que os vistos estiveram disponíveis.
Ele argumentou que os EUA possuem as melhores escolas, especialmente de engenharia e ciências da computação. "A maioria dos estudantes do departamento de ciências da computação nasceu fora dos EUA", disse o fundador da Microsoft, acrescentando que, com frequência, eles não conseguem vistos de permanência no país. "A preferência de uma empresa como a Microsoft é contratar essas pessoas."
O deputado republicano Dana Rohrabacher, da Califórnia, disse que a Microsoft e outras empresas querem que seja aumentado o número de vistos H-1B porque os profissionais nascidos fora dos EUA custam menos. Para contratar profissionais americanos em número suficiente, disse ele, "seria preciso elevar os salários."
Reuters
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