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"Por que a Microsoft faria uma oferta contra ela mesma? A empresa não vê motivo para isso", disse uma das fontes. Um porta-voz do Yahoo preferiu não comentou o assunto. As fontes pediram anonimato porque não são autorizados a falar em nome da companhia.
Executivos de ambas as empresas se reuniram uma vez para discutir uma potencial fusão desde que a Microsoft fez sua oferta de US$ 31 por ação pelo Yahoo, em 31 de janeiro, disseram outras fontes à Reuters anteriormente.
Apesar de alguns blogs especularem que a Microsoft tem planos de aumentar a oferta, uma fonte próxima da empresa afirmou que a Microsoft não sente a necessidade de pagar mais porque nenhuma alternativa estratégica viável surgiu.
Desde a oferta, o Yahoo tem mantido negociações com a divisão AOL, da Time Warner, e News Corp, afirmaram fontes à Reuters anteriormente.
A Microsoft também se sente confortável no momento porque um recente giro nos Estados Unidos de executivos do alto escalão do Yahoo, feito para a empresa obter apoio entre investidores institucionais e provar que a proposta era muito baixa, não surtiu muito efeito, disse uma das fontes.
O Yahoo rejeitou a oferta da Microsoft, afirmando que a proposta "subavalia substancialmente" a empresa.
Reuters
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