inclusão de arquivo javascript

Tecnologia

 
 

UFRJ inaugura supercomputador de R$ 5 milhões

11 de maio de 2008 16h09

A grande vantagem de um supercomputador é obter maior desempenho com um custo mais baixo. Foto: Divulgação

A grande vantagem de um supercomputador é obter maior desempenho com um custo mais baixo
Foto: Divulgação

Um dos supercomputadores mais potentes da América Latina será inaugurado amanhã, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. O Netuno, como é chamado, recebeu investimento de R$ 5 milhões da Petrobrás e será destinado ao uso acadêmico.

» Veja fotos do supercomputador
» Unicamp recebe supercomputador de R$ 800 mil
» Alemanha terá supercomputador mais potente da Europa
» Fórum: opine sobre o supercomputador da UFRJ

O computador de alto desempenho foi instalado para atender a demanda computacional das áreas de geofísica e oceanografia na UFRJ, em uma parceria com a Petrobrás e a Agência Nacional de Gás, Petróleo e Biocombustíveis (ANP).

Com capacidade para processar um grande número de dados simultaneamente, o computador de alto desempenho beneficiará mais 14 universidades, além da UFRJ, que compõem a rede.

Segundo os técnicos envolvidos neste projeto, o cluster (conjunto de computadores ligados em rede) instalado tem desempenho estimado entre os 100 primeiros no ranking mundial Top 500 das maiores máquinas de processamento paralelo. Atualmente, o Brasil é representado neste ranking por apenas um cluster, na 451ª posição.

A grande vantagem de um cluster é obter maior desempenho com um custo mais baixo. O trabalho simultâneo em várias tarefas reduz o ciclo ocioso da máquina.

O Netuno é composto por 256 servidores Dell de alto desempenho, cada um com dois processadores "quad-core" (quatro núcleos) Intel de 2.6 GHz. As máquinas são interligadas por uma rede de dados Infiniband de alto desempenho, além da Gigabit Ethernet tradicional.

A UFRJ é uma das quinze universidades participantes das Redes Temáticas de Geofísica Aplicada e de Modelagem e Observação Oceanográfica. Todas as instituições que compõem as redes poderão desenvolver projetos utilizando a capacidade de processamento do novo cluster.

Redação Terra