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Terça, 13 de maio de 2008, 14h32 Atualizada às 15h09

Celulares são mais importantes que a carteira, diz pesquisa

Mais de 30% dos trabalhadores escolheriam o celular em vez da carteira, chaves, laptop ou tocador digital de música se tivessem que sair de casa por 24 horas e pudessem levar consigo apenas um objeto, é o que aponta uma pesquisa.

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O estudo, conduzido pela empresa IDC e patrocinado pela Nortel Networks, descobriu que enquanto mais de 38% dos 2.367 entrevistados escolheria o celular, menos de 30% optaria pela carteira em primeiro lugar.

Por intermédio da pesquisa, a Nortel, maior fabricantes de equipamentos telefônicos da América do Norte, procurou descobrir quantos trabalhadores pelo mundo podem ser definidos como "hiperconectados", aqueles que adotaram aparelhos de funções múltiplas como celulares e laptops, bem como aplicativos como e-mail ou redes sociais como o Facebook e Orkut. A resposta: 16% e subindo.

A pesquisa classifica como hiperconectados pessoas como que usam pelo menos sete aparelhos para trabalho e acesso pessoal, além de pelo menos nove aplicativos como mensagens instantâneas, mensagens de texto ou conferência em web.

O país com maior porcentagem de entrevistados hiperconectados foi a China. Canadá e Emirados Árabes Unidos tiveram o menor número entre os 17 países pesquisados.

A pesquisa prevê ainda que o número desse tipo de usuário deva subir para cerca de 40% em cinco anos. Esse grupo de usuários mais fanáticos é seguido por 36% dos entrevistados designados como "constantemente conectados", segundo o estudo. Esses usuários usam pelo menos quatro aparelhos e seis aplicativos.

Reuters

Divulgação
Pesquisa classificou 16% dos entrevistados como 'hiperconectados'
Pesquisa classificou 16% dos entrevistados como 'hiperconectados'

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