
Atualizada às 15h09
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O estudo, conduzido pela empresa IDC e patrocinado pela Nortel Networks, descobriu que enquanto mais de 38% dos 2.367 entrevistados escolheria o celular, menos de 30% optaria pela carteira em primeiro lugar.
Por intermédio da pesquisa, a Nortel, maior fabricantes de equipamentos telefônicos da América do Norte, procurou descobrir quantos trabalhadores pelo mundo podem ser definidos como "hiperconectados", aqueles que adotaram aparelhos de funções múltiplas como celulares e laptops, bem como aplicativos como e-mail ou redes sociais como o Facebook e Orkut. A resposta: 16% e subindo.
A pesquisa classifica como hiperconectados pessoas como que usam pelo menos sete aparelhos para trabalho e acesso pessoal, além de pelo menos nove aplicativos como mensagens instantâneas, mensagens de texto ou conferência em web.
O país com maior porcentagem de entrevistados hiperconectados foi a China. Canadá e Emirados Árabes Unidos tiveram o menor número entre os 17 países pesquisados.
A pesquisa prevê ainda que o número desse tipo de usuário deva subir para cerca de 40% em cinco anos. Esse grupo de usuários mais fanáticos é seguido por 36% dos entrevistados designados como "constantemente conectados", segundo o estudo. Esses usuários usam pelo menos quatro aparelhos e seis aplicativos.
Reuters
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Pesquisa classificou 16% dos entrevistados como 'hiperconectados'
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