Atualizada às 16h41
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A tecnologia já permitiu a produção de imagens nítidas, multicoloridas e tridimensionais nunca antes vistas.
Para desenvolver o novo recurso, uma equipe da Universidade Ludwig Maximilians de Munique, na Alemanha, uniu forças com estudiosos da Universidade da Califórnia, em São Francisco, nos Estados Unidos.
A tecnologia - chamada de "microscopia tridimensional de iluminação estruturada" (3D-SIM) - consiste em iluminar as células com feixes múltiplos de luz.
Esses feixes interferem uns com os outros, permitindo visualizar melhor a estrutura ou obter dados para reconstruir detalhes específicos que são invisíveis normalmente.
Divisão do núcleo
O analista científico da BBC Liam McSheffrey explicou que um dos principais problemas enfrentados por cientistas na observação de estruturas microscópicas é conseguir colocar luz suficiente sobre o objeto analisado.
O novo recurso permite aos estudiosos compreender melhor a estrutura do núcleo das células, disse McSheffrey.
Usando a nova tecnologia, por exemplo, os cientistas puderam registrar recentemente o processo pelo qual o núcleo de uma célula se prepara para se dividir - algo que a ciência moderna não tinha visto antes de forma tão clara.
Um microscópio utilizando a nova tecnologia deve estar disponível no mercado no ano que vem.
BBC Brasil
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Universidade Ludwig Maximiliams/BBC Brasil
A tecnologia permite obter imagens nítidas, multicoloridas e tridimensionais nunca antes vistas
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