Atualizada às 09h56
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O aparelho começou a ser criado em 1963 na Escócia como parte de um projeto para auxiliar crianças afetadas por talidomida. Ele só se tornou comercialmente disponível em julho do ano passado, quando passou a ser produzido pela empresa Touch Bionics.
O i-LIMB venceu o prêmio MacRobert, da Real Sociedade de Engenharia da Grã-Bretanha. O aparelho venceu outros três finalistas: um sensor que detecta doenças em fase inicial, um filtro de fuligem para carros a diesel e um sistema robótico que mantém amostras biológicas vivas em temperaturas abaixo de zero.
Motor em cada dedo
"A mão biônica tem duas características únicas", disse Stuart Mead, diretor-geral da Touch Bionics.
"A primeira é que colocamos um motor em cada um dos dedos, o que significa que cada dedo é mobilizado individualmente e pode se articular."
"A segunda é que o polegar pode girar 90 graus da mesma forma que os nossos polegares fazem. A mão é a primeira prótese que imita tanto a forma quanto a função da mão humana."
A prótese não é tão moderna quanto outras que foram desenvolvidas pela agência espacial americana Nasa e pela empresa de equipamentos militares Darpa, mas é a única que está disponível comercialmente no mercado.
Não é necessário cirurgia para implantar a mão. O movimento é criado por dois eletrodos que repousam sobre a pele. Eles pegam sinais de contrações de músculos do corpo.
Um computador dentro da prótese interpreta os sinais e aciona os mecanismos de movimento da mão.
BBC Brasil
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i-Limb ganhou o principal prêmio de engenharia da Grã-Bretanha.
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