
Atualizada às 12h14
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Segundo a AFP, fontes teriam informado que outras empresas poderiam processar companhias de software depois de 1º de agosto, quando entra em vigor a nova lei antitruste chinesa.
O foco das investigações são os sistemas operacionais e outros softwares desenvolvidos por empresas internacionais, que custam muito mais na China do que nos Estados Unidos.
Outra fonte teria criticado a posição das desenvolvedoras, que definem preços absurdamente altos para seus produtos e depois reclamam do fraco controle de direitos autorais na China.
A Microsoft China afirmou não ter conhecimento de qualquer investigação, mas declarou à AFP que apóia os esforços da China para promover um mercado de concorrência justa.
Em uma pesquisa conduzida em 2007, a Chinalabs.com listou os preços elevados como um dos três principais fatores da pirataria de software no país.
O pacote de aplicativos Microsoft Office chega a custar mais de US$ 1 mil na China, preço superior ao de um computador pessoal.
Redação Terra
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