A Sony se uniu à Sharp e outras empresas japonesas de equipamentos eletrônicos num projeto apoiado pelo governo para o desenvolvimento de novas tecnologias que serão aplicadas na produção de telas planas avançadas para uso em televisores.
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Painéis de diodos orgânicos emissores de luz (OLED), vistos como a próxima geração de telas, usam compostos orgânicos que emitem luz quando é aplicada alguma carga elétrica sobre eles.
Diferentemente das telas de cristal líquido, os painéis OLED não precisam de retroiluminação e por isso são mais finos e consomem menos energia. Mas os fabricantes precisam resolver questões como redução no custo de produção e maximizar o tamanho das telas para iniciar a produção em massa de OLEDs.
O projeto, com previsão de duração de cinco anos até 2013, visa criar tecnologias que permitam a produção comercial de telas OLED de alta definição com 40 polegadas ou maiores entre 2015 e 2020.
A Sony começou a vender a primeira TV OLED, de 11 polegadas, no ano passado, enquanto a sul-coreana Samsung SDI informou no mês passado que aumentará sua produção de telas OLED em seis vezes até meados de 2009.
A Organização de Desenvolvimento de Tecnologia Industrial e Novas Energias (NEDO) irá contribuir com US$ 33 milhões para ajudar o projeto na expectativa de reforçar a competitividade do Japão na indústria contra concorrentes da Coréia do Sul e de Taiwan.
Detalhes das contribuições das empresas para o projeto não foram revelados. Entre os participantes do grupo estão Toshiba, Matsushita Electric Industrial, Sumitomo Chemical, Idemitsu Kosan e Hitachi Zosen.