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Quando a Nasa voltar à Lua - e o objetivo da agência espacial é fazê-lo até 2020 - os astronautas não poderão utilizar um sistema de posicionamento global para encontrar seu caminho, já que a Lua não tem satélites que enviem sinais GPS. Por isso, o novo sistema para a Lua dependerá dos sinais de um conjunto de sensores, entre eles faróis lunares, câmeras e imagens orbitais, explicou o líder da equipe Rongxing Li.
(com Terra Colômbia e agências internacionais) Li trabalha atualmente com softwares para as sondas Spirit e Opportunity, com as quais a Nasa corre a superfície de Marte. Os pesquisadores têm aprendido muito de navegação a partir da exploração do planeta vermelho. A nova tecnologia - sensores, sistemas de navegação por inércia, processadores de computador e processadores de imagens - tornarão a próxima viagem à Lua mais fácil para os astronautas.
Li explicou como funcionará o sistema: as imagens captadas pelo orbitador serão combinadas com imagens da superfície para criar mapas do terreno lunar; os sensores de movimento nos veículos lunares e nos próprios astronautas permitirão que os computadores calculem suas coordenadas.
Os sinais dos faróis, o veículo de alunissagem e as estações-base proporcionarão aos astronautas uma imagem de seus arredores similar às que vêem os motoristas quando usam um GPS na Terra.
Os pesquisadores estão chamando o sistema de Lasois, a sigla em inglês para Sistema Lunar de Informação e Orientação Espacial para Astronautas.
Cientistas da Nasa e fabricantes passaram as duas últimas semanas num campo em Moses Lake, em Washington, testando alguns dos veículos e robôs que serão usados quando os humanos retornarem à Lua, informa a agência Associated Press.
Redação Terra
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AP
Cientistas da Nasa testam veículos, roupas e robôs que serão usados no retorno à Lua
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