Atualizada às 16h57
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A tecnologia pode ser utilizada no futuro para proteger aparelhos eletrônicos como celulares e notebooks, que comumente sofrem quedas, conforme conta o site Engadget.
A estrutura do material é composta por nanotubos de carbono espiralados, mil vezes mais finos que um cabelo humano. Devido a sua composição, os nanotubos se comportam extremamente bem no amortecimento e absorção de impactos.
Embora não seja uma descoberta, apenas um aprimoramento de uma técnica já desenvolvida anteriormente, o processo rompeu com a barreira anterior: a dificuldade em produzir grandes quantidades do produto. Os pesquisadores de Clemson afirmam que "o método é único, já que camadas de molas podem ser produzidas de uma só vez utilizando uma mistura catalizadora de hidrocarbonetos".
Os pesquisadores prevêem também uma futura utilização do produto em armaduras de soldados, pára-choques de automóveis e até solas de sapatos.
Em uma outra abordagem os cientistas transformaram a estrutura dos nanotubos em um "Y" que, quando submetido a energia elétrica, se comporta como chave ou transistor, sendo capaz de processar informação.
Embora este estágio represente um grande passo para a tecnologia, ela vem sendo desenvolvida já há algum tempo. Apparao Rao, líder do grupo de pesquisadores envolvidos no projeto, afirma que cada descoberta representa uma quebra de barreiras e aumenta a o conhecimento sobre seu crescimento e futuras aplicações: "os nanotubos apresentam um enorme potencial na vida de cada um de nós", afirma Rao.
Magnet
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Reprodução
O material é formado de microscópicas "molas" de carbono
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