
Atualizada às 14h03
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O dispositivo foi criado pelo engenheiro Amit Goffer, fundador da Argo Medical Technologies, uma pequena empresa de alta tecnologia em Israel.
O sistema, que precisa de muletas para ajudar com o equilíbrio, consiste em apoios motorizados para as pernas, sensores corporais e uma mochila contendo uma caixa de controle computadorizada e baterias recarregáveis.
Com um controle remoto preso no pulso, o usuário escolhe um modo - ficar de pé, sentar, caminhar, descer ou subir - e então move o corpo para frente, ativando os sensores corporais e colocando as pernas robóticas em movimento.
Radi Kaiof, 41, foi ferido há 20 anos quando servia ao exército israelense e perdeu o movimento das pernas. "Nunca sonhei que poderia andar de novo. Depois de ser ferido, até esqueci como é caminhar," disse à Reuters.
Kate Parkin, diretora de terapia ocupacional no Centro Médico da Universidade de Nova York, diz que o aparelho pode ajudar a melhorar a saúde do paraplégico não apenas fisicamente, mas também psicologicamente. "Ele permite que a pessoa viva no nível das outras e faça contato visual," declarou.
Kaiof confirma a opinião de Parkin. "Somente quando estou em pé posso perceber a minha altura e falar com as pessoas olhando nos olhos, e não olhando de baixo," disse o ex-soldado.
Segundo o fabricante, o produto deve chegar ao mercado em 2010 e custará mais ou menos o que custam as cadeiras de rodas mais sofisticadas, vendidas hoje por cerca de US$ 20 mil.
Redação Terra
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Reuters
Radi Kaiof caminha com o exoesqueleto eletrônico ReWalk, que deve começar a ser vendido em 2010
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