
Atualizada às 15h03
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A parceria "provavelmente reduzirá competição, aumentará concentração de poder de mercado, limitará escolhas atualmente disponíveis e potencialmente elevará preços que os anunciantes pagam por publicidade vinculada a buscas", afirma a carta. Barnett não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.
O Yahoo "continua firme em sua crença de que o acordo ¿ no qual os preços dos anúncios serão determinados por leilões entre os anunciantes, e não por colaboração entre Yahoo e Google ¿ reforçará a posição competitiva do Yahoo... e ajudará a criar um mercado mais robusto e de melhor qualidade para os nossos anunciantes", afirmou a empresa em comunicado no domingo.
Adam Kovacevich, porta-voz do Google, disse que "numerosos anunciantes reconheceram que esse acordo os ajudará a equiparar mais os seus anúncios aos interesses dos usuários e que os preços dos anúncios continuarão a ser determinados por leilões competitivos".
O Yahoo fechou acordo em junho com o Google, o maior fornecedor mundial de serviços de busca na web, para tentar reforçar seu negócio publicitário e rechaçar a pressão da Microsoft para uma fusão com a empresa.
Google e Yahoo anunciaram na época que não tinham obrigação de obter aprovação das autoridades regulatórias para o acordo, mas adiaram sua implementação voluntariamente por três meses e meio a fim de permitir que as autoridades antitruste revisassem o arranjo.
O acordo não exclusivo cobre os mercados dos EUA e do Canadá apenas. Sob os termos da parceria, o Google fornecerá serviços de publicidade que operarão com o sistema de buscas do Yahoo. O Yahoo opera o segundo mais popular serviço de busca na web.
Reuters
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