Atualizada às 10h08 Em uma medida polêmica, o Ministério Interior do Reino Unido autorizou a polícia britânica a invadir e monitorar computadores de suspeitos mesmo sem um mandado judicial.
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Segundo o site TechRadar, que afirma que o modelo já vem sendo praticado de forma silenciosa com suspeitos de cibercrime e pedofilia, a invasão de máquinas até hoje é prática mais comum entre os cibercriminosos, mas a polícia acredita que com ação semelhante será capaz de coibir casos mais graves.
Para que a investigação remota possa ser feita, a polícia envia um e-mail para o suspeito contendo um vírus, que quando executado começa a transmitir informações como conteúdo de e-mail e hábitos de navegação.
Alternativamente, é possível utilizar softwares de registro de teclas ou ainda para vasculhar todo conteúdo do disco do suspeito, explicou o jornal The Independent.
O assunto não é bem visto pelos grupos defensores da privacidade, que acredita que a prática é ilegal, nada diferente de quebrar a porta da casa de alguém, vasculhar papéis e confiscar o computador.
Durante 2007 e 2008, a polícia inglesa confirmou 194 operações de invasão a computadores - 133 em ambientes domésticos, 37 em empresas e 24 em hotéis.
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