
Atualizada às 19h56 Jacob Comenetz
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A Corte Federal de Justiça considerou que os direitos da professora de alemão e religião não foram comprometidos pela avaliação, e que os alunos, por sua vez, têm o direito de opinar enquanto não a prejudiquem profissionalmente.
"As opiniões expressas (no site) não são abusivas nem insultantes", afirmou a corte em nota. "A autora não nos mostrou ter sido prejudicada em alguma forma".
Os juízes disseram que a coleta, o armazenamento e a divulgação das avaliações pelo portal de internet spickmich.de eram permitidos, portanto, sem o consentimento da autora do processo.
No site, estudantes podem dar notas para seus professores em uma escala que vai de um (muito bom) a seis (insatisfatório), mesma escala de notas sobre a qual os alunos são avaliados.
As categorias avaliadas incluem "legal", "engraçado", "popular", "motivado" e "humano". Os advogados da professora, que havia recebido uma nota de 4,3 por suas aulas de alemão, alegaram que o site é injusto e incorreto, uma vez que os usuários podem fazer suas avaliações anonimamente.
Analistas alemães acreditam que a decisão estabelece um precedente importante para tratar de outros sites de avaliação de hotéis, professores, médicos e planos de saúde.
Reuters
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