
Atualizada às 11h48 Anunciantes online estão propondo uma mistura de educação ao consumidor, revelação sobre que informações estão sendo coletadas e proteções especiais para crianças e para informações sensíveis, em um esforço por evitar a adoção de leis mais duras.
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Quatro importantes organizações setoriais de publicidade - Associação Nacional das Agências de Propaganda, Associação Nacional de Anunciantes, Associação de Marketing Direto e o Interactive Advertising Bureau - delinearam seus "princípios de autorregulamentação".
Há muitas críticas no sentido de que informações excessivas estão sendo recolhidas sobre os usuários de internet, e que esses dados estão sendo distribuídos de maneira ampla demais e armazenados por tempo demais.
Os princípios exigem que os anunciantes online escolham um símbolo que seria usado por todos os sites para encaminhar os usuários a uma página na internet na qual poderiam descobrir que informações estão sendo recolhidas sobre eles, e possivelmente optar para que isso não aconteça.
"As pessoas poderão determinar que informações não sejam recolhidas sobre elas para fins de publicidade comportamental online", disse o advogado Stuart Ingis, sócio do escritório Venable, que trabalhou para definir os princípios.
Informações sobre crianças e de natureza sensível sobre todos os usuários de computadores estarão sujeitas a padrões mais severos. Não será autorizado recolher informações sobre "crianças que eles (os anunciantes) saibam serem menores de 13 anos, ou em sites dirigidos a crianças com menos de 13 anos, para fins de publicidade comportamental", afirmou o grupo em sua proposta de regulamentação.
As normas requerem "consentimento para que sejam recolhidos números de contas financeiras, números de previdência social, receitas farmacêuticas ou fichas médicas de um indivíduo específico para fins de publicidade comportamental online".
Reuters
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