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Tecnologia

 
 

Editoras buscam modelo de negócios com avanço do livro digital

09 de outubro de 2009 19h13 atualizado às 19h40

Editoras do mundo todo irão se reunir em Frankfurt na semana que vem, em meio a um ambiente de mudanças no mercado editorial que preocupa o setor há anos e para as quais poucos estão preparados.

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Aparelhos de leitura como o Kindle, da Amazon.com, devem atingir o mercado de massa em breve, começando pela alta nas vendas prevista para o Natal, junto com os preços mais baixos, o aumento na confiança do consumidor e a melhor disponibilidade do aparelho fora dos Estados Unidos.

Como já aconteceu com as indústrias musical e de jornais, o mercado editorial enfrenta hoje uma forte queda na receita com a venda de seus produtos físicos, entre CDs e livros, perdendo espaço para uma distribuição digital mais barata ou de graça.

"Enquanto isso, as editoras se distraem com reclamações sobre os preços de livros digitais, segurando o lançamento dos mesmos para que não afetem as vendas de livros físicos, enquanto assistem conformadas a ruína de seus negócios", disse a analista do centro de estudos em tecnologia Forrester, Sarah Rotman Epps, em relatório.

A Forrester estima que 3 milhões de aparelhos de leitura, ou "e-readers", serão vendidos nos EUA este ano, e o dobro disso, no ano que vem, totalizando 10 milhões vendidos até o final de 2010 ¿ excluindo outros tipos de telas digitais, como celulares.

Reuters
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