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 Estudo contesta valor "absoluto" do boca a boca na internet
08 de fevereiro de 2010 17h34 atualizado às 21h37

Um estudo questiona um dos pilares da crença sobre relações sociais na internet.

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Uma premissa bastante difundida na publicidade e no marketing na web é de que internautas costumam confiar mais na opinião dos amigos e conhecidos do que na propaganda. A internet está cheia de relatos de que redes de contatos pessoais são mais confiáveis para os consumidores do que corporações, notícias, governo e análises das indústrias.

De acordo com o último Edelman's Trust Barometer (Barômetro Edelman da Confiança), um estudo que avalia o grau de confiabilidade das empresas, governo, meios de comunicação e ONGs, o número de pessoas que vê seus pares como fontes confiáveis caiu de 45% para 25% desde 2008.

Richard Edelman, presidente e CEO da Edelman, disse ao site AdAge.com que após a crise financeira nos últimos 18 meses os consumidores passaram a absorver informações de fontes e pessoas diferentes, o que significa uma nova dificuldade para os especialistas. "Este é um tempo mais cético", definiu.

"Elas (as empresas) precisam entender que não há uma solução de uma só fonte", disse ainda Edelman.

No mesmo estudo, a credibilidade da TV caiu 23 pontos e a do rádio e dos jornais, 20 pontos, entre 2008 e 2010.

Redação Terra