Flores e bilhetes na sede do Google na China. Empresa ameaçou deixar o país
Foto: Vincent Thian/AP
Os Estados Unidos avaliam se podem ou não se manifestar contra as práticas de censura da internet pela China na Organização Mundial do Comércio (OMC).
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Em comentários proferidos no National Press Club, em Washington, no entanto, o representante comercial dos EUA, Ron Kirk, disse também que prefere resolver disputas de comércio com negociação e não em um processo judicial.
Desde janeiro o governo americano se vêm envolvido numa controvérsia depois dos ataques sofridos pelo Google e outras 30 empresas, supostamente por hackers chineses. O caso serviu para a discussão a respeito da censura imposta pelo governo chinês aos serviços de buscas na internet. Para atuar no país, os sites precisam aceitar bloquear a busca a determinadas expressões e eventos, como o Massacre de Tianamen, em 1989, e a luta pela libertação do Tibet.
Diante dos ataques - em que foram violados e-mails de militantes de direitos humanos chineses -, o Google ameaçou deixar de operar na China caso a censura não seja suspensa. Na semana passada, o governo chinês afirmou estar negociando com a empresa americana no caso. Concorrente do Google, a Microsoft anunciou, na esteira dos acontecimentos, que não pretende deixar a China mesmo se ocorrer a saída do rival. Com informações da agência Reuters.
- Redação Terra


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