Em comunicado divulgado pela agência de notícias local "Fars", a Guarda garante que essas páginas "atentavam contra a segurança nacional sob a aparência de organizações de defesa dos direitos humanos", "O centro da Guarda Revolucionária para o combate contra o crime organizado hackeou sites que atuavam contra a segurança nacional disfarçadas de organizações de direitos humanos", afirma a nota, sem citar as páginas supostamente sabotadas.
Menos de 24 horas antes da divulgação do comunicado, o Poder Judiciário iraniano anunciou a detenção de 30 pessoas acusadas de apoiar o que o Governo local chama de "guerra cibernética empreendida pelos Estados Unidos".
Segundo as autoridades, os detidos reuniam dados sobre os cientistas do programa nuclear iraniano e enviavam para compatriotas no exterior para que fossem treinados por grupos de oposição no exílio.
Em 17 de fevereiro, o autodenominado "Exército Cibernético Iraniano" hackeou o site "Kalame.org", ligado a Mir Hussein Moussavi, um dos principais líderes da oposição iraniana.
Embora não existam provas, alguns especialistas dizem que o denominado "Exército Cibernético Iraniano" está vinculado com as operações policiais na internet.

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