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Tecnologia

 
 

Site pago de rede social Moshi Monsters foca em crianças

09 de abril de 2010 11h22 atualizado às 12h58

Pode parecer muito improvável transformar um site de adoção de monstros de estimação no próximo Facebook, mas Michael Acton Smith, o homem por trás do infantil Moshi Monster, acredita ser capaz.

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15 milhões de usuários, a maior parte crianças entre sete e 11 anos, já criaram contas no Moshi Monsters (www.moshimonsters.com), que pouco a pouco se aproxima dos líderes do segmento, como o Club Penguin, da Disney.

O Moshi Monsters oferece um ambiente seguro para as crianças trocarem mensagens com amigos, resolverem quebra-cabeças e criar seus monstrinhos adotados, criaturas dóceis e coloridas que fazem barulho no estilo japonês e vivem em Monstro City.

Um número cada vez maior de pais estão mais que felizes em pagar cerca de 5 libras mensais (US$ 7,65) para manter seus filhos longe de sites feitos para um público mais maduro.

"Não queremos um velho Oeste onde qualquer coisa pode acontecer", disse Smith à Reuters em entrevista. Smith é o presidente-executivo da londrina Mind Candy, companhia de games por trás de Moshi Monsters.

Ao contrário da maioria dos sites, que tentam gerar receita através de propaganda e vendendo bens virtuais enquanto oferecem serviços grátis, o Moshi Monsters depende completamente de assinaturas para sua receita, e diz já ser muito lucrativo.

Reuters
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