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 Palestrante da TEDx Sudeste defende smartphones na educação
08 de maio de 2010 22h11 atualizado em 09 de maio de 2010 às 12h28

Andrew Essex, palestrante do TEDx Sudeste, defende a ideia de que smartphones devem ser usados na sala de aula para melhorar a educação infantil, prevendo um aumento na existência de aplicativos educacionais nos próximos anos.

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"São os benefícios da Lei de Moore direto para as crianças", afirmou Essex, dono da agência de publicidade Droga5. "É inevitável dizer que o iPhone se transformou no clichê da mobilidade, mas é real", disse em sua apresentação no Planetário do Rio de Janeiro.

"Estamos chegando a uma era do 'edutenimento', misto de educação com entretenimento. Já existem empresas que entendem isso e investem em projetos que levam a mobilidade à educação", afirmou o publicitário. "Brinquedos também devem inspirar, como a Barbie Engenheira, vendida nos Estados Unidos equipada com acessórios como notebook, smartphone e fone Bluetooth", afirmou.

Entretanto, Essex entende que existem problemas: pedagogos e professores nem sempre entendem o valor de um dispositivo móvel dentro da sala de aula. "Existe uma lei em Nova York que torna ilegal o uso de celulares na escola por alunos. Não seria problema semântico, já que é um supercomputador de bolso?", questionou.

Essex terminou sua palestra falando sobre o projeto Million, realizado nos EUA, que leva celulares e o desenvolvimento de aplicativos para o ambiente escolar. A meta, segundo o publicitário, é criar uma rede educacional real por lá.

Sem saber, a palestra de Essex acacbou complementando a anterior, de Rodrigo Baggio, fundador do CDI (Comitê para Democratização da Internet), que já conta com mais de 800 centros de treinamento e inclusão social" até mesmo um adaptado para comunidades carentes no Reino Unido e que trocou o uso do PC por aplicativos em smartphones.

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