
Em uma co-operação com o jornal finlandês Helsingin Sanomat, a F-Secure realizou os testes. Um Toyota Prius foi emprestado da Toyota da Finlândia para o procedimento - de acordo com a montadora, o sistema bluetooth do Prius é exatamente igual ao que roda no Lexus.
Para os testes, foram usadas as variantes B e H do Cabir. São as versões que mais se espalharam e mais poderosas comparadas às outras. Os testes foram feitos com a infecção de celulares com as versões da praga e a operação do carro em todos os modos bluetooth permitidos pela interface de usuário.
De acordo com o blog da F-Secure, a idéia era simular situações nas quais alguém simplesmente passasse perto do carro usando um celular infectado, e outras nas quais o telefone do dono do carro estivesse infectado. Esse proprietário realizaria todas as operações bluetooth que o carro permite com o telefone comprometido.
O resultado: não foi possível infectar o carro, e o Prius portou-se no teste melhor do que o esperado. "Independente do que se fizesse, o carro não reagiu à infecção do Cabir no telefone de maneira nenhuma", consta no blog. O worm tentou, inclusive, enviar-se para o carro mas o automóvel simplesmente não permitiu a transferência.
Redação Terra
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F-Secure/Divulgação
Testes realizados no Toyota Prius comprovaram: o sistema do carro não aceita vírus
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