
Atualizada às 19h47 O objetivo da equipe de desenvolvimento do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), da Escola Politécnica da USP, foi "buscar a maior proximidade possível com a realidade de uma corrida, diferentemente de alguns clássicos do fliperama que abusam de colisões e 'vôos' de seus carros", informou a Agência USP. "Alguns membros do projeto foram até Interlagos e Curitiba, onde tiraram fotos e fizeram medidas com GPS para obtermos uma boa aproximação de medidas e cenários", diz Ricardo Lipas, engenheiro formado pela Poli e gerente do projeto.
O game, além do Linux, utilizou bibliotecas abertas para a manipulação dos gráficos, dos sons e da simulação física. Segundo Irene Ficheman, pesquisadora responsável pelo projeto, a Matic já fabricava e comercializava este tipo de simulador por meio de importação de hardware e software de fabricantes japoneses. "Porém, com a alta do dólar nos últimos anos a importação encareceu. A Matic, então, resolveu investir em nosso laboratório para que produzíssemos o software e hardware necessários para o jogo", explicou a cientista.
O simulador será apresentado na 16a Exposição Sul-Americana de Indústria de Diversões (Salex 2005), que acontecerá entre os dias 3 e 5 de agosto na ITM-Expo, em São Paulo.
Reuters
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