
Como primeira medida, o Colégio Médico criou um catálogo de conselhos que especificam a forma de atuar para mitigar o efeito sobre a saúde dos usuários. Assim, os médicos indicam que só se utilize o celular em caso de urgência e por curto tempo.
Os médicos também recomendam que se desligue o telefone à noite, não o deixe perto da cabeceira da cama e não se utilize os jogos destes aparelhos, recomendações também aplicáveis aos adultos.
"Se uma pesquisa mostrasse que um remédio tivesse os mesmos resultados que este sobre os celulares, deveria ser retirado imediatamente do mercado", declarou Erik Huber, especialista em medicina ambiental do colégio médico. "Temos que levar em conta que as crianças são mais sensíveis às radiações do que os adultos, já que os ossos do crânio são mais finos" e os "efeitos genotóxicos" são maiores nas células infantis, acrescentou o especialista.
O Estudo Reflex foi feito a pedido da Comissão Européia e contou com a colaboração de 12 importantes centros de pesquisa de sete países do Velho Continente.
EFE
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