
Um pequeno, mas crescente segmento dos entes queridos que nos deixam preparam-se para morte com os mais recentes dispositivos eletrônicos, com os celulares no topo da lista", disse o diretor de funerais Seamas Griffin, da casa funerária Kirwan em Dublin. "Com a popularidade dos celulares e outros aparelhos eletrônicos pessoais, as pessa agora os vêem como extensões de si mesmas que devem seguí-las até a cova", completou.
Algumas pessoas, principalmente garotas mais jovens, vivem suas vidas pelo celular e sentem que ele é parte delas, de acordo com Griffin. "Outras pessoas podem ficar apavoradas com a possibilidade de acordar no caixão, então levam um celular para pedir socorro se precisarem sair", explicou. Entretanto, algumas regras devem ser observadas: ter certeza de que o celular está desligado ou, pelo menos, no modo silencioso enquanto se acompanha o cortejo funerário.
Redação Terra
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