
O protótipo foi apresentado em uma espécie de campeonato de idéias mais criativas para jogos, ocorrido no Montreal International Games Summit, no mês passado, e ficou em primeiro lugar. Seu conceito é simples: Através de toques no corpo, pela tela sensível do DS, e sussurros e conversas no ouvido, pelo microfone do portátil, Lapis vai ficando cada vez mais "feliz" até explodir de prazer, voando pelos ares.
A idéia foi desenvolvida por Heather Kelley, 36, uma funcionária da Ubisoft de renome por ter auxiliado no desenvolvimento de grandes jogos como Splinter Cell e Thief e ser membro do comitê "Mulheres no Desenvolvimento de Jogos" da Associação Internacional de Produtores de Jogos, a IDSA. Para ela, "sexo é uma parte natural da experiência humana, por isso deve existir um jeito de tratá-la de maneira significativa e agradável nos jogos".
Lapis é apenas um conceito, não significa que será desenvolvido e comercializado, mas serve para mostrar que o tema sexo está ganhando cada vez mais força nos jogos e pode vir a ser mais utilizado no futuro. ¿Até o momento, exploramos a violência, medo e aspectos conflitantes, mas não entramos em relações sociais, sexo e amor nos videogames. O que estamos vendo agora é um amadurecimento da indústria¿, diz um diretor executivo da IDSA.
Outer Space
|
Divulgação
O game, para Nintendo DS, procura falar de sexo de uma maneira significativa e agradável
|
15h44 » Toshiba lança disco rígido ideal para iPods e netbooks finos
12h42 » Windows 7 é um sucesso de mercado, segundo analistas
08h29 » Aplicativo para iPhone promete interpretar choro de bebê