
"Há seis anos tentei lançar o 'dia sem celular', mas tive de admitir que esses telefones se tornaram ineludíveis", explicou o escritor de 43 anos, autor do livro Assassino de celular, sem móbil aparente.
"Gostaria, no entanto, que as pessoas fossem mais discretas ao falar em público", afirmou o autor, que resolveu assumir seu lado de verdadeiro especialista do SMS e já tem em produção cinco obras redigidas nessa linguagem.
"Meu objetivo é criar um gênero literário", afirmou Phil Marso, que admitiu, no entanto, que é praticamente impossível traduzir um grande escritor como o francês Marcel Proust em linguagem SMS.
AFP
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