
Atualizada às 17h35
A BenQ Mobile, unidade do grupo taiuanês de tecnologia BenQ, disse também na feira de tecnologia CeBit que os aparelhos farão atualizações de softwares, eliminando a necessidade de o cliente se conectar à Internet ou levar o telefone a uma loja para fazer a atualização. Depois de assumir o negócio de celulares do conglomerado alemão Siemens, a BenQ se tornou a sexta maior fabricante de celulares do mundo.
A BenQ Mobile, está determinada a mostrar que pode lançar produtos modernos rapidamente, em contraste com a antiga administração. No mês passado, na feira de celulares 3GSM em Barcelona, a companhia afirmou que seria a primeira a lançar um telefone HSDPA (sigla em inglês para high speed downlink packet access). O sistema promete acesso a dados em velocidades elevadas, semelhantes às de banda larga.
A BenQ Mobile também está estudando onde produzir seus telefones no futuro. Ela herdou duas grandes fábricas na Alemanha que a Siemens garantiu que manteria abertas ao invés de mudar a produção para regiões mais baratas, em troca de milhares de funcionários trabalhando horas extras segundo um acordo que vence em junho. A BenQ Mobile diz que ofereceu ampliar o acordo mas que o sindicato IG Metall ainda não decidiu se aceita.
O presidente-executivo Clemens Joos, que afirmou mês passado que a produção na Alemanha está "sempre ameaçada", disse à Reuters que espera iniciar conversações com a IG Metall em maio.
Reuters
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