
"Este caso é sobre uma empresa multi-bilinária que promove e lucra com a pornografia infantil", disse o documento entregue na Suprema Corte de Mineola. Um porta-voz do Google negou as acusações e disse que a empresa toma diversas precauções para evitar o acesso à pornografia com crianças.
"Quando encontramos qualquer tipo de pornografia infantil, ela é removida dos nossos produtos, inclusive do mecanismo de busca", disse o porta-voz Steve Langdon em um e-mail. "Nós também notificamos as autoridades competentes e cooperamos com todos os meios possíveis." Langdon disse também que o Google oferece um serviço chamado de SafeSearch, que serve para filtrar qualquer conteúdo adulto.
O processo, que chama o Google de "o maior e mais eficiente facilitador e distribuídos de pornografia infantil do mundo", não cita outros serviços de busca, como Yahoo! ou MSN.
Toback disse que ele entrou com o processo porque quer manter as crianças seguras. "Tínhamos que usar a justiça para isso", disse.
O processo não busca compensação monetária, mas quer que o Google proíba "a publicidade de sites que mostram, vendem ou de alguma forma dão acesso à pornografia infantil".
AP
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