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11 de junho de 2012 • 12h27 • atualizado às 14h04

Drogas e prisão: revista mostra fatos pouco conhecidos sobre Jobs

Documento foi preenchido por Jobs em 1988 para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e divulgado só agora
Foto: AFP
 

A revista Wired, através do Freedom of Information Act, teve acesso a documentos que mostram fatos pouco conhecidos sobre Steve Jobs, o fundador da Apple que morreu em outubro do ano passado, envolvendo mais detalhes sobre uso de drogas, e até uma breve detenção.

O documento recém revelado data da década de 1980, quando Jobs solicitou um certificado de segurança Top Secret ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos e teve seus antecedentes checados por investigadores.

Em 1975, Jobs foi preso por não ter pago uma multa de trânsito. A detenção ocorreu na cidade de Eugene, no estado do Oregon, quando Jobs estava sendo interrogado pela polícia por suspeita de consumo de álcool - na época ele ainda não tinha idade para beber legalmente. Na ocasião, os policiais descobriram um mandado pendente relativo à multa por excesso de velocidade e, ainda que brevemente, prenderam Jobs por tal infração. Ele foi liberado após acertar o valor da multa, de cerca de US$ 50.

Outra revelação contida no documento preenchido por Jobs, que já teria dito que todo mundo deveria experimentar LSD pelo menos uma vez na vida, é de que ele usou a droga entre 10 e 15 vezes no período de 1972 a 1974. Jobs também consumia maconha semanalmente, entre 1973 e 1977 - e o ex-CEO da Apple ainda afirmou ter feito uso de haxixe cinco vezes, segundo o site Business Insider.

Na época em que Jobs preencheu o formulário que gerou o documento em questão, em 1988, ele também revelou que temia que sua filha Lisa pudesse ser sequestrada por alguém que quisesse chantageá-lo financeiramente.

Ele ainda disse que havia se sentido deprimido durantes vários períodos de sua vida e que fez um curso terapêutico de dois meses no Oregon Felling Center para entender melhor os próprios sentimentos.

Terra