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Norton: novas ameaças atingem Windows 8; Brasil é alvo preferencial

3 dez 2012
16h11
atualizado às 16h18

Cibercriminosos estão se aproveitando do advento do Windows 8 para desenvolver pelo menos duas novas ameaças, chamadas Ransomware e Backdoor.Makadocs. Enquanto o primeiro golpe torna refém o computador do internauta, exigindo resgate em dinheiro, o segundo se aproveita do Google Docs, ferramenta do Google destinada à leitura de diversos tipos de arquivos, para furtar dados pessoais e sigilosos dos usuários - à semelhança de outro golpe. Os brasileiros estão entre os principais alvos desse ataque, segundo a companhia Norton, da desenvolvedora de software anti-vírus Symantec.

Nem mesmo o recém-lançado Windows 8 ficou imune aos vírus, e a tendência é que haja maior disseminação de ameaças
Nem mesmo o recém-lançado Windows 8 ficou imune aos vírus, e a tendência é que haja maior disseminação de ameaças
Foto: Reuters

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O Ransomware apresenta um variante, o Trojan.Ransomlock.U que, depois de instalado, mostra uma tela dizendo que o computador e as informações contidas nele estão sob poder do malware. Essa é uma forma de obter ganhos financeiros dos internautas desprevenidos e foi apontado com uma das cinco principais tendências para 2013 no campo da segurança. Não é recomendado à vítima pagar qualquer quantia em dinheiro pelo resgate de suas informações contidas no equipamento afetado. Neste contexto, nem mesmo o recém-lançado Windows 8 ficou imune à vulnerabilidade e a tendência é que haja maior disseminação da ameaça.

Apesar de inicialmente parecer que o Backdoor.Makadocs se tratava de um típico cavalo de troia - capaz de enviar comandos a partir de um servidor externo à máquina infectada, o malware apresenta uma mutação que utiliza o Google Docs - a ferramenta possibilita que os usuários visualizem qualquer tipo de arquivo a partir de uma página na web, para colher informações pessoais dos computadores infectados. A partir dessa fraude, o malfeitor busca não ser descoberto, uma vez que os controles passam pelos servidores do provedor.

O malware chega aos usuários em extensões RTF (Rich Text Format) ou Word e é direcionado ao Windows Server 2012 ou Windows 8, segundo a Norton. Assim, para atingir o usuário, esta ameaça tenta despertar o interesse a partir do título e conteúdo chamativo, o que estimula o internauta a clicar e executar o malware.

Fonte: Terra

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