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Molde a partir de impressão em 3D pode substituir o gesso

Cortex, criado na Universidade de Wellington, Nova Zelândia, é leve, ventilado ​​e pode ser reutilizado

1 jul 2013
08h28
atualizado às 08h36
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<p>Cortex é leve e pode ser reutilizado</p>
Cortex é leve e pode ser reutilizado
Foto: Divulgação
Quando ocorre uma fratura é sempre o mesmo problema: com o gesso vem a coceira, o mau-cheiro, em função do local da fratura ficar abafado. Pois, um projeto desenvolvido pela Universidade de Wellington (Nova Zelândia), liderado por Jake Evill promete acabar com isso.

Denominado de Cortex, eles criaram um molde impresso em 3D - leve, ventilado, lavável e que pode ser reutilizado - que substitui o gesso. Além do departamento de design, participaram do projeto o departamento de ortopedia.

A ideia é que um software receba as imagens de raio-x da fratura, mais o escaneamento 3D do membro, e determine a forma e a medida ideal do Cortex para ser aplicado na fratura.

<p>Software receba as imagens de raio-x da fratura</p>
Software receba as imagens de raio-x da fratura
Foto: Divulgação
Sobre a questão do tempo, Jake Evill explica que :

"No momento, a impressão 3D do molde leva cerca de três horas, enquanto um molde de gesso leva só três a nove minutos, mas exige 24 a 72 horas para ficar totalmente firme. Com os avanços da impressão 3D, poderemos ver uma grande redução no tempo necessário para imprimi-lo no futuro", disse o designer.

As partes mais densas do molde ficam concentradas em torno da fratura em si. O molde poderia então ser impresso em duas partes, e depois montado usando prendedores permanentes, até que o processo de cura esteja completo. Para retirá-lo, como de costume, ele teria que ser serrado. O procedimento deve ser feito num hospital.

<p>Impressão 3D do molde leva cerca de três horas</p>
Impressão 3D do molde leva cerca de três horas
Foto: Divulgação
As informações são da Dezeen Magazine.

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