Clique no link para iniciar o vídeoA luta do fundador da Apple contra o câncer não era um segredo. Ele já havia se retirado temporariamente do comando da empresa para poder combater a doença. Neste ano, ele deixou o comando de vez devido à doença. Neste quarta-feira, a empresa que Steve Jobs ajudou a fundar anunciou sua morte.
"Ninguém quer morrer", disse Jobs em um discurso em 2005 (veja parte dele no vídeo acima) na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. "Mas a morte é o destino que todos compartilhamos. Ninguém até hoje conseguiu escapar a ela", falou o empresário, em uma das vezes em que comentou em público sua situação. Na verdade, era a primeira.
Ele contou sobre a descoberta do câncer no pâncreas em 2004 (uma reportagem do New York Times diz que ele soube, na verdade, em 2003). Os médicos afirmavam que ele teria apenas seis meses de vida. Uma biópsia indicava que era uma forma rara de tumor pancreático, curável por cirurgia. O empresário passou pela operação, melhorou, mas a guerra continuava. E acabou, nesta quarta-feira.
"Lembrar de que você vai morrer é a melhor maneira que conheço de evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder".
Leia o discurso completo:
É preciso encontrar o que você ama"
"Estou honrado por estar aqui com vocês em sua formatura por uma das melhores universidades do mundo. Eu mesmo não concluí a faculdade. Para ser franco, jamais havia estado tão perto de uma formatura, até hoje. Pretendo lhes contar três histórias sobre a minha vida, agora. Só isso. Nada demais. Apenas três histórias.
A primeira é sobre ligar os pontos.
Eu larguei o Reed College depois de um semestre, mas continuei assistindo a algumas aulas por mais 18 meses, antes de desistir de vez. Por que eu desisti?
Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era jovem e não era casada; estava fazendo o doutorado, e decidiu que me ofereceria para adoção. Ela estava determinada a encontrar pais adotivos que tivessem educação superior, e por isso, quando nasci, as coisas estavam armadas de forma a que eu fosse adotado por um advogado e sua mulher. Mas eles terminaram por decidir que preferiam uma menina. Assim, meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam um telefonema em plena madrugada ¿"temos um menino inesperado aqui; vocês o querem?" Os dois responderam "claro que sim". Minha mãe biológica descobriu mais tarde que minha mãe adotiva não tinha diploma universitário e que meu pai nem mesmo tinha diploma de segundo grau. Por isso, se recusou a assinar o documento final de adoção durante alguns meses, e só mudou de idéia quando eles prometeram que eu faria um curso superior.
Assim, 17 anos mais tarde, foi o que fiz. Mas ingenuamente escolhi uma faculdade quase tão cara quanto Stanford, e por isso todas as economias dos meus pais, que não eram ricos, foram gastas para pagar meus estudos. Passados seis meses, eu não via valor em nada do que aprendia. Não sabia o que queria fazer da minha vida e não entendia como uma faculdade poderia me ajudar quanto a isso. E lá estava eu, gastando as economias de uma vida inteira. Por isso decidi desistir, confiando em que as coisas se ajeitariam. Admito que fiquei assustado, mas em retrospecto foi uma de minhas melhores decisões. Bastou largar o curso para que eu parasse de assistir às aulas chatas e só assistisse às que me interessavam.
Nem tudo era romântico. Eu não era aluno, e portanto não tinha quarto; dormia no chão dos quartos dos colegas; vendia garrafas vazias de refrigerante para conseguir dinheiro; e caminhava 11 quilômetros a cada noite de domingo porque um templo Hare Krishna oferecia uma refeição gratuita. Eu adorava minha vida, então. E boa parte daquilo em que tropecei seguindo minha curiosidade e intuição se provou valioso mais tarde. Vou oferecer um exemplo.
Na época, o Reed College talvez tivesse o melhor curso de caligrafia do país. Todos os cartazes e etiquetas do campus eram escritos em letra belíssima. Porque eu não tinha de assistir às aulas normais, decidi aprender caligrafia. Aprendi sobre tipos com e sem serifa, sobre as variações no espaço entre diferentes combinação de letras, sobre as características que definem a qualidade de uma tipografia. Era belo, histórico e sutilmente artístico de uma maneira inacessível à ciência. Fiquei fascinado.
Mas não havia nem esperança de aplicar aquilo em minha vida. No entanto, dez anos mais tarde, quando estávamos projetando o primeiro Macintosh, me lembrei de tudo aquilo. E o projeto do Mac incluía esse aprendizado. Foi o primeiro computador com uma bela tipografia. Sem aquele curso, o Mac não teria múltiplas fontes. E, porque o Windows era só uma cópia do Mac, talvez nenhum computador viesse a oferecê-las, sem aquele curso. É claro que conectar os pontos era impossível, na minha era de faculdade. Mas em retrospecto, dez anos mais tarde, tudo ficava bem claro.
Repito: os pontos só se conectam em retrospecto. Por isso, é preciso confiar em que estarão conectados, no futuro. É preciso confiar em algo - seu instinto, o destino, o karma. Não importa. Essa abordagem jamais me decepcionou, e mudou minha vida.
A segunda história é sobre amor e perda.
Tive sorte. Descobri o que amava bem cedo na vida. Woz e eu criamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhávamos muito, e em dez anos a empresa tinha crescido de duas pessoas e uma garagem a quatro mil pessoas e US$ 2 bilhões. Havíamos lançado nossa melhor criação - o Macintosh - um ano antes, e eu mal completara 30 anos.
Foi então que terminei despedido. Como alguém pode ser despedido da empresa que criou? Bem, à medida que a empresa crescia contratamos alguém supostamente muito talentoso para dirigir a Apple comigo, e por um ano as coisas foram bem. Mas nossas visões sobre o futuro começaram a divergir, e terminamos rompendo - mas o conselho ficou com ele. Por isso, aos 30 anos, eu estava desempregado. E de modo muito público. O foco de minha vida adulta havia desaparecido, e a dor foi devastadora.
Por alguns meses, eu não sabia o que fazer. Sentia que havia desapontado a geração anterior de empresários, derrubado o bastão que havia recebido. Desculpei-me diante de pessoas como David Packard e Rob Noyce. Meu fracasso foi muito divulgado, e pensei em sair do Vale do Silício. Mas logo percebi que eu amava o que fazia. O que acontecera na Apple não mudou esse amor. Apesar da rejeição, o amor permanecia, e por isso decidi recomeçar.
Não percebi, na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. O peso do sucesso foi substituído pela leveza do recomeço. Isso me libertou para um dos mais criativos períodos de minha vida.
Nos cinco anos seguintes, criei duas empresas, a NeXT e a Pixar, e me apaixonei por uma pessoa maravilhosa, que veio a ser minha mulher. A Pixar criou o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é hoje o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. E, estranhamente, a Apple comprou a NeXT, eu voltei à empresa e a tecnologia desenvolvida na NeXT é o cerne do atual renascimento da Apple. E eu e Laurene temos uma família maravilhosa.
Estou certo de que nada disso teria acontecido sem a demissão. O sabor do remédio era amargo, mas creio que o paciente precisava dele. Quando a vida jogar pedras, não se deixem abalar. Estou certo de que meu amor pelo que fazia é que me manteve ativo. É preciso encontrar aquilo que vocês amam - e isso se aplica ao trabalho tanto quanto à vida afetiva. Seu trabalho terá parte importante em sua vida, e a única maneira de sentir satisfação completa é amar o que vocês fazem. Caso ainda não tenham encontrado, continuem procurando. Não se acomodem. Como é comum nos assuntos do coração, quando encontrarem, vocês saberão. Tudo vai melhorar, com o tempo. Continuem procurando. Não se acomodem.
Minha terceira história é sobre morte.
Quando eu tinha 17 anos, li uma citação que dizia algo como "se você viver cada dia como se fosse o último, um dia terá razão". Isso me impressionou, e nos 33 anos transcorridos sempre me olho no espelho pela manhã e pergunto, se hoje fosse o último dia de minha vida, eu desejaria mesmo estar fazendo o que faço? E se a resposta for "não" por muitos dias consecutivos, é preciso mudar alguma coisa.
Lembrar de que em breve estarei morto é a melhor ferramenta que encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas da vida. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo do fracasso - desaparece diante da morte, que só deixa aquilo que é importante. Lembrar de que você vai morrer é a melhor maneira que conheço de evitar armadilha de temer por aquilo que temos a perder. Não há motivo para não fazer o que dita o coração.
Cerca de um ano atrás, um exame revelou que eu tinha câncer. Uma ressonância às 7h30min mostrou claramente um tumor no meu pâncreas - e eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que era uma forma de câncer quase certamente incurável, e que minha expectativa de vida era de três a seis meses. O médico me aconselhou a ir para casa e organizar meus negócios, o que é jargão médico para "prepare-se, você vai morrer".
Significa tentar dizer aos seus filhos em alguns meses tudo que você imaginava que teria anos para lhes ensinar. Significa garantir que tudo esteja organizado para que sua família sofra o mínimo possível. Significa se despedir.
Eu passei o dia todo vivendo com aquele diagnóstico. Na mesma noite, uma biópsia permitiu a retirada de algumas células do tumor. Eu estava anestesiado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células ao microscópio começaram a chorar, porque se tratava de uma forma muito rara de câncer pancreático, tratável por cirurgia. Fiz a cirurgia, e agora estou bem.
Nunca havia chegado tão perto da morte, e espero que mais algumas décadas passem sem que a situação se repita. Tendo vivido a situação, posso lhes dizer o que direi com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito útil mas puramente intelectual.
Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que desejam ir para o céu prefeririam não morrer para fazê-lo. Mas a morte é o destino comum a todos. Ninguém conseguiu escapar a ela. E é certo que seja assim, porque a morte talvez seja a maior invenção da vida. É o agente de mudanças da vida. Remove o velho e abre caminho para o novo. Hoje, vocês são o novo, mas com o tempo envelhecerão e serão removidos. Não quero ser dramático, mas é uma verdade.
O tempo de que vocês dispõem é limitado, e por isso não deveriam desperdiçá-lo vivendo a vida de outra pessoa. Não se deixem aprisionar por dogmas - isso significa viver sob os ditames do pensamento alheio. Não permitam que o ruído das outras vozes supere o sussurro de sua voz interior. E, acima de tudo, tenham a coragem de seguir seu coração e suas intuições, porque eles de alguma maneira já sabem o que vocês realmente desejam se tornar. Tudo mais é secundário.
Quando eu era jovem, havia uma publicação maravilhosa chamada The Whole Earth Catalog, uma das bíblias de minha geração. Foi criada por um sujeito chamado Stewart Brand, não longe daqui, em Menlo Park, e ele deu vida ao livro com um toque de poesia. Era o final dos anos 60, antes dos computadores pessoais e da editoração eletrônica, e por isso a produção era toda feita com máquinas de escrever, Polaroids e tesouras. Era como um Google em papel, 35 anos antes do Google - um projeto idealista e repleto de ferramentas e idéias magníficas.
Stewart e sua equipe publicaram diversas edições do The Whole Earth Catalog, e quando a idéia havia esgotado suas possibilidades, lançaram uma edição final. Estávamos na metade dos anos 70, e eu tinha a idade de vocês. Na quarta capa da edição final, havia uma foto de uma estrada rural em uma manhã, o tipo de estrada em que alguém gostaria de pegar carona. Abaixo da foto, estava escrito "Permaneçam famintos. Permaneçam tolos". Era a mensagem de despedida deles. Permaneçam famintos. Permaneçam tolos. Foi o que eu sempre desejei para mim mesmo. E é o que desejo a vocês em sua formatura e em seu novo começo.
Mantenham-se famintos. Mantenham-se tolos.Muito obrigado a todos."
Steve Jobs morre aos 56 anos
O cofundador e ex-presidente do conselho de administração da Apple morreu nesta quarta-feira aos 56 anos, vítima de um câncer no pâncreas que vinha tratando desde 2003. Perfeccionista, criativo, inovador e ousado, ele ajudou a tornar os computadores mais amigáveis e revolucionou a animação, a música digital e o telefone celular. Jobs marcou o mundo da tecnologia ao apresentar produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad. Afastado da empresa desde 17 de janeiro para cuidar da saúde e sem prazo para voltar, o executivo renunciou ao cargo em 24 de agosto. "Sempre disse que, se chegasse o dia que eu não pudesse mais cumprir minhas funções e expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a informar. Infelizmente, esse dia chegou", dizia a nota à época.
A saúde de Jobs virou notícia em 2004, quando ele anunciou que passara por uma cirurgia para remover um tipo raro de câncer pancreático, diagnosticado em 2003, e que a operação fora bem-sucedida. Depois, em 2009, Jobs fez um transplante de fígado e ficou afastado da companhia que fundou ao lado do engenheiro Steve Wozniak por vários meses. Mesmo com as licenças, Jobs continuou ativo na tomada de decisões da empresa, chegando se reunir a portas fechadas com o presidente americano, Barack Obama, em fevereiro, e lançar o iPad 2, em março, surpreendendo ao subir ao palco para apresentar o produto.
Detalhes do estado de saúde de Jobs sempre foram um mistério. Uma fotografia que mostrava o executivo muito magro e com aparência debilitada (sobre a qual recaíram suspeitas de manipulação) foi publicada pelo site americano de celebridades TMZ dois dias após ele ter deixado o cargo de presidente-executivo da Apple. Em fevereiro, Jobs foi fotografado pelo jornal americano The National Enquirer na mesma clínica onde o ator Patrick Swayze, morto em setembro de 2009, recebeu tratamento para câncer de pâncreas.
- Steve Jobs em 1977, com o então novo Apple II, em Cupertino, na Califórnia Foto: AP
- Em abril de 1984, Steve Jobs (esq.), John Sculley (centro) e Steve Wozniak lançam o computador Apple IIc, em São Francisco Foto: AP
- Steve Jobs fala diante da projeção de uma foto dele com Steve Wozniak, em 2010 Foto: Reuters
- Steve Jobs segura um iMac, em foto de 1998 Foto: AP
- Steve Jobs, Jimmy Iovine (esq.), Bono e The Edge (dir.) lançam o iPod, e, San Jose, na Califórnia, em 2004 Foto: Getty Images
- Em janeiro de 1984, Steve Jobs fala sobre o então novo Macintosh, em Cupertino, na Califórnia Foto: AP
- O site da Apple homenageou Steve Jobs, que morreu nesta quarta-feira Foto: Reprodução
- Em janeiro de 2007, Steve Jobs apredenta uma das versões do iPad, em São Francisco Foto: Getty Images
- Steve Jobs brinca com seu estado de saúde durante evento da Apple, em Cupertino Foto: Getty Images
- Steve Jobs chega ao Teatro Kodak, em Hollywood, para assistir à premiação do Oscar, em março de 2010 Foto: Getty Images
- Steve Jobs e Tim Cook concedem entrevista sobre problemas com a antena do iPhone 4, em julho de 2010 Foto: Reuters
- Steve Jobs concede entrevista coletiva em Londres, em setembro de 2007 Foto: AFP
- Steve Jobs faz pronunciamento na Apple em janeiro de 1997, em São Francisco Foto: AP
- Steve Jobs posa com um computador colorido NeXTstation, em abril de 1991 Foto: AP
- Em novembro de 1997, Steve Jobs fala em pronunciamento da Apple Foto: Reuters
- Em janeiro de 1992, Steve Jobs participa do NEXTWORLD Expo, em São Francisco Foto: Reuters
- Em junho de 2010, Steve Jobs participa do lançamento do iPhone 4 Foto: Reuters
- Steve Jobs mostra o iPhone 4 durante seu lançamento, em junho de 2010 Foto: AP
- Em janeiro de 2008, Steve Jobs segura um MacBook Air, em São Francisco Foto: AP
- Steve Jobs fala no lançamento do sistema Mac OS X Lion, em junho deste ano Foto: AFP
- Steve Jobs apresenta uma versão do iPod Nano, em setembro de 2007 Foto: AFP
- Steve Jobs fala no lançamento do iPad 2, em março de 2011 Foto: AFP
- Steve Jobs apresenta os sistemas Mac OS X Lion, iOS 5 e o serviço iCloud, em maio de 2011, na Califórnia Foto: AFP
- Steve Jobs apresenta o iTunes para a cantora Alicia Keys Foto: Getty Images
- Steve Jobs anuncia, em Londres, a presença de 700.000 músicas para download, em 15 de junho de 2004 Foto: Getty Images
- Ao lado de John Mayer, um dos músicos mais próximos dele, Steve Jobs mostra um iPod Foto: Getty Images
- Steve Jobs conversa com Mick Jagger durante promoção do iChat, em 2004 Foto: Getty Images
- Em 2003, Steve Jobs conversa com Bono Vox, líder do U2, para divulgar o iChat Foto: Getty Images
- Jobs explica o funcionamento do Mac em 2001 Foto: Getty Images
- Jobs discursa na Macworld Conference e Expo, em 2001, na cidade de Nova York, e demonstra o carinho pela cidade Foto: Getty Images
- Steve Jobs participa de conferência na Macworld Expo, no Japão Foto: Getty Images
- Steve Jobs sofria com um câncer de pâncreas desde 2004 Foto: Getty Images
- Jobs apresenta nova loja da Apple, em Nova York, em 2002 Foto: Getty Images
- No ano de 2002, Steve Jobs apresenta o primeiro computador iMac de 17 polegadas Foto: Getty Images
- O visionário empresário apresenta, em 2004, o primeiro modelo de 30 polegadas da Apple para computadores pessoais Foto: Getty Images
- Steve Jobs mostra a primeira versão do iPod Shuffle, em 2005 Foto: Getty Images
- Jobs afirmara que 2011 seria o ano do iPad Foto: Getty Images
- Steve Jobs discursa durante o lançamento do iPhone 4 Foto: Getty Images
- Jobs participa do lançamento do iPod Touch em 2007 Foto: Getty Images
- Jobs apresenta publicamente os preços das novas versões do iPod Foto: Getty Images
- Em 2007, Jobs mostra ao cantor Jack Johnson a nova versão do iPod Nano Foto: Getty Images
- Jobs aproximou a tecnologia da música com o iTunes Foto: Getty Images
- Steve Jobs em uma das últimas aparições públicas como CEO da Apple, no ano passado Foto: Getty Images
- Jobs apresenta o iPod Nano, de 8GB, em 2008 Foto: Getty Images
- Steve Jobs confere as novas versões do Mac Foto: Getty Images
- Steve Jobs sempre deu grande importância ao design de seus lançamentos Foto: Getty Images
- Em 2011, Jobs se afastou da Apple e deixou a mídia Foto: Getty Images
- Principal referência da Apple desde o lançamento da empresa, Steve Jobs morreu na última quarta-feira aos 56 anos Foto: Getty Images
- Jobs enfrentou uma batalha de quase sete anos contra um câncer no pâncreas Foto: Getty Images
- A música fez parte da trajetória profissional de Jobs, que se aproximou de muitos artistas, especialmente na década passada Foto: Getty Images
- Steve Jobs durante o evento "Back to Mac" de 2010 na Califórnia Foto: AFP
- Steve Jobs durante o WWDC em São Francisco, na Califórnia, em 2011 Foto: AFP
- Steve Jobs na Alemanha, em 19 de setembro de 2007, no lançamento do iPhone no país Foto: AFP
- Steve Jobs em 15 de setembro de 1999 durante o lançamento do Mac na França Foto: AFP
- Imagem mostra a abertura do WWDC de 2007 em São Francisco, na Califórnia Foto: AFP
- Steve Jobs apresenta os então novos iPods em 12 de setembro de 2006 em São Francisco Foto: AFP
- Steve Jobs durante evento de lançamento de novos Mac em Paris, na França Foto: AFP
- Steve Jobs fala em evento especial da Apple em 1º de setembro de 2011 Foto: AFP
- Jobs no MacWorld Expo em Tóquio, no Japão, em 1999 Foto: AFP
- Jobs apresenta novos Macs em 5 de janeiro de 1999 em São Francisco Foto: AFP
- Jobs segura novo portátil da marca em 15 de setembro de 1999 na França Foto: AFP
- Steve Jobs durante conferência em agosto de 2011 na Califórnia Foto: AFP
- Steve Jobs em agosto de 1997 durante o MacWorld Expo em Boston, nos EUA Foto: AFP
- steve Jobs durante apresentação em 17 de setembro de 1998 na França Foto: AFP
- Jobs apresenta nova linha de computadores em Paris em 1998 Foto: AFP
- Em 9 de janeiro de 2007, Steve Jobs apresenta nos EUA o primeiro iPhone Foto: AFP
- Jobs em conferência da Apple em novembro de 1997 em Cupertino, na Califórnia, onde fica a sede da companhia Foto: AFP
- Jobs demonstra o então novo, em 2000, sistema operacional OS X nos EUA Foto: AFP
- Steve Jobs durante o Macworld Expo em Tóquio em 2000 Foto: AFP
- Steve Jobs durante a Apple Expo em Paris, na França, em 1998 Foto: AFP

