O Brasil foi o País da América Latina que teve maiores perdas fiscais por pirataria de programas de informática em 2009, com mais de US$ 2,254 bilhões, de acordo com o sétimo estudo anual da empresa International Data Corporation (IDC).
Em segundo lugar, ficou o México, com uma perda de US$ 1,056 bilhões, seguido pela Venezuela, com US$ 685 milhões e pela Argentina, com US$ 645 milhões.
O estudo também aponta que o Chile perdeu US$ 315 milhões em impostos no ano passado devido ao uso de programas de informática piratas, 55% mais que em 2008, quando esse número foi de US$ 202 milhões.
Pelo quarto ano consecutivo, os Estados Unidos mantiveram em 2010 o Chile na "lista prioritária de observação", que inclui os países que não dão uma proteção adequada à propriedade intelectual, dentro do denominado "Relatório Especial 301".

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