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 Brasil é tricampeão mundial em batalha de robôs nos EUA
31 de outubro de 2011 12h24 atualizado em 01 de novembro de 2011 às 17h59

Equipe brasileira levou três medalhas de ouro entre quatro possíveis, e ainda registrou dobradinha no pódio de uma das categorias. Foto: Bruno Maestrini/Especial para Terra

Equipe brasileira levou três medalhas de ouro entre quatro possíveis, e ainda registrou dobradinha no pódio de uma das categorias
Foto: Bruno Maestrini/Especial para Terra

Bruno Maestrini
Direto dos Estados Unidos

O Brasil sagrou-se tricampeão mundial de combate de robôs neste domingo em San Mateo, Estados Unidos. Das quatro categorias de mais prestígio da Combotz, o Brasil ficou com três medalhas de ouro. O país foi representado por alunos da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), coordenados pelo professor Marco Antonio Meggiolaro.

Com a série de robôs Touro - um em cada categoria da competição - o Brasil dominou a batalha dentro e fora da arena, tendo de longe a torcida mais animada e vibrante. Os combatentes de metal têm, cada um, um tipo especial de arma, e seguem regras que lembram esportes de luta. A batalha dura três minutos e acaba se um robô for jogado para fora da arena ou parar de funcionar. Ao término do tempo, se os dois competidores ainda "sobreviverem", é feita uma avaliação por pontos por parte dos juízes, que levam em consideração o dano e a agressividade das máquinas, comandadas por controle remoto.

Touro feather, competidor no peso pena, foi um dos grandes vitoriosos do dia, destruindo o robô norte-americano com seu tambor, um cilindro que gira a oito mil rotações por minuto e joga o oponente para o alto.

"Tivemos uma participação maravilhosa este ano, o que inclui uma dobradinha, onde teríamos uma luta entre dois de nossos robôs", diz Meggiolaro. "Acabamos abrindo mão da luta e dando vitória para um dos robôs para poupar a máquina", conta.

A Combotz, competição que faz parte dos Robogames, é considerada de primeiro escalão em batalhas de robô, e o Brasil tem conseguido resultados expressivos desde 2007, primeiro ano em que concorreu. A equipe agora se prepara para próxima competição da Robogames, em Tóquio, no ano que vem.

Especial para Terra

Touro feather foi desenvolvido por alunos da PUC-Rio; equipe brasileira ficou com três primeiras colocações nas quatro categorias de mais prestígio

  1. A competição, que faz parte dos Robogames, é considerada de primeiro escalão em batalhas de robô

    Foto: Bruno Maestrini/Especial para Terra

  2. Com a série de robôs Touro - um em cada categoria da competição - o Brasil dominou a batalha dentro e fora da arena

    Foto: Bruno Maestrini/Especial para Terra

  3. Equipe brasileira levou três medalhas de ouro entre quatro possíveis, e ainda registrou dobradinha no pódio de uma das categorias

    Foto: Bruno Maestrini/Especial para Terra

  4. Equipe brasileira trabalha nos robôs

    Foto: Bruno Maestrini/Especial para Terra

  5. Touro Maximus luta contra o Cabeça de Abóbora (esq.) - que foi o campeão - na final

    Foto: Bruno Maestrini/Especial para Terra

  6. O país foi representado por alunos da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)

    Foto: Bruno Maestrini/Especial para Terra

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