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 Google Wallet pode ser ameaça para todos os dispostivos
15 de fevereiro de 2012 19h57 atualizado às 21h45

O Wallet funciona em substituição aos cartões e dinheiro. Ele é um sistema por NFC em dispositivos móveis. Foto: Reprodução

O Wallet funciona em substituição aos cartões e dinheiro. Ele é um sistema por NFC em dispositivos móveis
Foto: Reprodução

O Google Wallet - a ferramenta do Google que "substitui" um cartão de débito e crédito e funciona pela tecnologia de contato próximo NFC em dispositivos móveis - pode oferecer ameaça aos aparelhos Android e iOS, conforme informa o site The Next Web.

A notícia veio por meio do site de categorização, Zvelo, e desconfirma a informação do Google de que os problemas de segurança envolvendo o Wallet afetavam somente os dispositivos com "root", também conhecido como superusuário ou administrador, que precisa permitir, por exemplo, a instalação ou a desinstalação de um programa no sistema operacional.

Agora, o mesmo site confirma que tanto os dispositivos com root como o aparelhos "unrooted" são afetados pelos problemas de segurança. Uma delas mostra que o sistema de verificação do PIN pode ser facilmente substituído, e os dados apagados. Além disso, celulares roubados poderiam ser o crédito pré-pago acessado simplesmente ao limpar os dados do usuário inicial e reinstalar o aplicativo do Wallet.

Google garante que sistema é seguro
O gigante de buscas na internet Google assegurou nesta quarta-feira aos usuários do Google Wallet, sistema de pagamentos por celulares inteligentes, que a tecnologia para pagamento móvel é mais seguro do que o dinheiro em espécie ou os cartões de crédito.

"Os pagamentos por celulares serão mais comuns nos próximos anos, e vamos aprender muito mais à medida que continuemos a desenvolver o Google Wallet", disse o vice-presidente de pagamentos do Google, Osama Bedier, em um blog. "Enquanto isso, podem estar certos de que a carteira eletrônica os protege de uma forma que o plástico e o couro simplesmente não conseguem", acrescentou.

*Com informações da AFP.

Terra