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Produto que faria vagina ter cheiro de pêssego cria polêmica

Inventora do suplemento probiótico, Audrey Hutchinson, desmentiu o colega que deu essa declaração e explicou à imprensa a real finalidade do "Sweet Peach"

24 nov 2014 - 16h19
(atualizado às 18h38)
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Um suplemento probiótico, que tem como objetivo prevenir infecções causadas por fungos ou infecções urinárias, causou polêmica ao ser lançado como um "produto personalizado que faria as vaginas exalarem aroma de pêssego". As informações são do jornal The Guardian.

Divulgado em uma conferência realizada em San Jose, na Califórnia, na semana passada, o produto chamado Sweet Peach foi vendido também como "capaz de deixar a vagina com cheiro de rosas e gosto de Coca Diet". 

Foto: Twitter

Foto: Twitter

"As pessoas deveriam ter controle sobre seus micróbios. Ou seja, se elas quiserem adicionar fragâncias às suas bactérias, cabe a elas fazerem essa escolha", disse Austen Heinz, CEO da empresa Cambrian Genomics, responsável pela venda do produto.

Entretanto, a criadora do suplemento, Audrey Hutchinson, CEO dos Probióticos Sweet Peach - descrita como uma "ultrafeminista de 20 anos" -, esclareceu que a ideia não é que o produto faça "as mulheres terem vaginas que cheirem a pêssego".

Segundo ela, apenas 10% de sua empresa pertence a Austen Heinz e ela ficou furiosa com a forma como a imagem do suplemento está sendo deturpada por ele. De acordo com o The Guardian, Audrey vomitou duas vezes ao ler a repercussão que o produto teve na imprensa.

Ela explicou o que, de fato, é o seu produto. "O suplemento será realmente personalizado de acordo com os indivíduos. Uma amostra dos microorganismo existentes na vagina será enviada para análise. Sweet Peach fornecerá então substâncias capazes de equilibrar os níveis de PHD da vagina, permitindo que 'bons' micróbios cresçam, reduzindo assim o risco de infecções por fungos e infecções urinárias, e optimizando a saúde da vagina".

Fonte: Terra
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