Morte de Steve Jobs
 
 

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 Documentos do FBI retratam Jobs como visionário determinado
09 de fevereiro de 2012 17h06 atualizado em 18 de abril de 2012 às 14h59

Cofundador da Apple foi investigado quando começaram especulações sobre uma candidatura à presidência dos EUA. Foto: AFP

Cofundador da Apple foi investigado quando começaram especulações sobre uma candidatura à presidência dos EUA
Foto: AFP

O cofundador da Apple, Steve Jobs, aclamado como um dos maiores visionários da tecnologia de sua geração, experimentou drogas ilícitas em sua juventude e alienou colegas, mas exigia respeito universal. As informações vêm de entrevistas conduzidas pelo FBI durante os anos 1990 e publicadas na internet apenas neste ano - no atalho http://bit.ly/Au8tEI.

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Uma série de conversas com amigos e associados - cujos nomes foram editados pelo órgão - retratam uma imagem conhecida de um visionário da tecnologia que intimidava associados e insistia em fazer as coisas à sua maneira, mas cuja determinação e visão inspirava admiração. O FBI começou a questionar Jobs e associados enquanto o então presidente-executivo da Next começou a ser considerado um candidato a nomeações presidenciais.

O próprio Jobs admitiu em uma entrevista em 1991, dias antes de seu casamento, que ele havia experimentado haxixe e LSD em sua juventude. De acordo com o FBI, outros entrevistados colocaram em questão a integridade pessoal de Jobs e disseram que era difícil trabalhar com ele - nenhuma surpresa para aqueles que conhecem a história de vida de Jobs, um indivíduo intensamente recluso.

Ainda assim, a maioria dos entrevistados admitiu que Jobs era adequado ao governo. "Vários indivíduos questionaram a honestidade de Jobs, dizendo que ele distorce a verdade e a realidade com o objetivo de atingir suas metas", escreveu o FBI em um resumo.

Jobs morreu em outubro de 2011 após uma batalha, que durou anos, contra o câncer. Ele foi reconhecido por sua influência enorme nas indústrias da mídia, música e tecnologia por meio de inovações como o iPod e o iPhone, da Apple.

Reuters
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